quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Filme + Trilha: Curtindo a Vida Adoidado

"Bueller? Bueller? Bueller?" 

Se você não sabe que raio de sobrenome é esse ou você é muito novo, ou... melhor nem dizer.
Goste ou não, se trata de um ídolo transgressor dos anos 80, um personagem icônico da década vindo da mente John Hughers, diretor do filme: "Ferris Bueller's Day Off", ou como é o nome daqui do Brasil, o"Curtindo a Vida Adoidado".
Este ano, o filme completou 30 anos e, antes que o ano acabe, decidi fazer menção à ele, um destes longas que que gosto bastante e se encaixa nessa tag "filme + trilha".

Para quem ainda não se atentou aos anteriores posts que fiz a respeito, pode conferi-las na nova aba: Especial 2: Filme + Trilha

O filme, é de 1986 e Ferris é interpretado pelo ator Mathew Broderick. Ferris é um aluno que mata aulas para curtir a vida, quase como um profissional em "vagabundar" sem esquentar a bunda na carteira de uma escola. Ao contrário do que se pode pensar com essa primeira linha do roteiro, Bueller é um aluno inteligente - aquele famoso que não precisaria de uma escola para ser alguém na vida, e nem é tanto aquele rebelde absurdo que só se mete em encrenca. Tanto é que as aventuras de Ferris - que é encabeçada com mais dois outros personagens: sua namorada Sloane Peterson (Mia Sara) seu melhor amigo, o metódico e sempre tenso Cameron Frye (Alan Ruck) - são simples e divertidas: eles vão à um museu, um restaurante chique, à bolsa de valores,  vão ao jogo de beisebol e à um desfile. A coisa mais criminosa que se passa com eles é a destruição total de uma Ferrari de 1960. Sim, isso sem contar a irmã invejosa de Ferris, que por estar em casa com inveja da esperteza do irmão pensa que a casa está sendo invadida por ladrões e liga para polícia. Na verdade, é apenas o diretor da escola, Ed Rooney que sabe que Ferris está aprontando, e entra na casa para pegá-lo no flagrante. A menina vai detida por trote e acaba "se pegando" com um cara drogado que também foi detido, interpretado por Charlie Sheen (irônico não?)... A certinha, também apronta um pouco e tudo fica "bem". Ah sim, fora a Ferrari e Cameron, que certamente será esfolado pelo pai, vivo, pela destruição do carro, mas isso não fica no enredo do filme. Apenas na suposição da nossa imaginação.

Apesar de Hughes ser um desses diretores/roteiristas que entende a alma adolescente, hoje seus filmes seriam uma piada. Adolescentes ririam de um amigo que matasse aula para ir à um museu, para citar exemplo do "Curtindo a Vida Adoidado". De seus filmes, vocês certamente não conhecem só este. Com a temática "adolescente" ainda temos: "Gatinhas e Gatões" de 1984, "O Clube dos Cinco" de 1985, "Mulher Nota 1000" de 1985 também, assim como foi roteirista de "A Garota Rosa Shoking"  de 1986. Destes é óbvio o meu favorito (se não, não estaria falando dele, aqui, e hoje). "Gatinhas e Gatões" + Mulher Nota 1000" estão empatados como segundo(s) favorito(s). Acho que por não ter vivido na época dos anos 80, eu não consegui captar muito bem o porque "Clube do Cinco" entrou nessa leva de cult filme adolescente. Todos os outros tem um toque de bom humor (sim, bobinho, mas ainda assim humor) que este não tem. Adolescentes, mimadinhos ou revoltadinhos, com raivinha de seus pais, numa detenção na escola? Tudo que fazem é absolutamente nada, e fogem a todo tempo das reprendas do diretor, bem como ficam importunando uns aos outros. Clichê. E todos saem dali como casalzinho, menos o nerdizinho que nem deveria estar na detenção... Não fiquei muito fã do longa, dá para perceber. Mas sim, é legal.
Já "A Garota Rosa Shoking", é mais ou menos. Também mais sério, que envolve romances e amizades. Mas garota acaba detonando o vestido no final do filme rsrsrsrsrs... Essa foi terrível, eu sei! Mas é a verdade. Com a atriz Molly Ringwald - musa de Hughes - ainda prefiro "Gatinhas e Gatões" que tem o Anthony Michael Hall em seu melhor momento cômico. E ah!, gosto muito de "Mulher Nota 1000" com Hall novamente e uma boa participação de Robert Downey Jr. ♥

Os pontos altos destes filmes são incomparáveis, mas eficazes: a boa faceta de trazer boas músicas nas trilhas (e atores revelação). Todos eles tem excelente sucessos. E claro, "Curtindo a Vida Adoidado" tem várias e uma delas fica aparente na cena icônica de Ferris na parada de Chicago onde interpreta "Twist and Shout" dos Beatles.
A trilha do filme não existe em K7, LP, nem mesmo em CD. Hughes achou que as músicas por serem cada uma de um estilo, não conviria lançar um álbum de trilha. Para além de "Twist and Shout" alguns sons muito legais tocam no filme e de fato, o tom eclético está confirmado. O grande lance que percebo é que, em sua maioria, não eram grandes músicas, super elaboradas, eram as músicas dos anos 80 apenas. Porém, era "A" década para música, inclusive para o pop que hoje, é uma "mistureba" de nada com coisa nenhuma.
Consta na trilha, nunca comercializada:

♫ Big Audio Dynamaite com "Bad"
♫ The Dream Academy - "The Edge of Forever"
♫ Blue Room - "I'm afraid"
♫ Sigue Sigue Sputnik:


♫ The English Beat - "March os The Swivelheads" 
(Quando Ferris corre para chegar em casa antes que seus pais percebam que ele passou o dia fora)
E claro, não poderia faltar a ridícula, mas incrível -
♫ "Oh Yeah" de Yello:


"Oh Yeah" é outra que ficou na memória de quem curte muito o filme. Tanto que a brincadeira da cena "pós créditos" do filme Deadpool (2016), o personagem anti-herói interpretado por Ryan Reynolds faz menção ao filme e à essa música. Vejam aqui a cena do "Curtindo a Vida Adoidado"(*), e aqui a do Deadpool.

(*) Convenhamos, esse título brasileiro parece mais tradução toscamente feita e inventada por Silvio Santos... ¬¬'

A cena com Ferris interpretando "Twist and Shout" fez tanto sucesso que fez com que a música voltasse às paradas de sucesso depois de 24 anos de seu lançamento (a música é de 1962). E nem só essa antiga aparece por lá: Ferris canta "Danke Shoen" no chuveiro e logo antes de Beatles, na parada do desfile. A música de Wayne Newton é de 1963. Ou seja, a trilha é um primor divertidíssimo. Não à toa, o filme, tão simples de história, acabou virando um filme cult.

Rodrigo Rodrigues aponta em seu livro "Almanaque da Música Pop no Cinema que a cena com a interpretação de Broderick em um carro alegórico fazendo a cidade de Chicago dançar, ao som de Beatles, marcou tanto que ele e uma galera correu nos vinis dos pais para descobrir o que vinha a ser "Twist and Shout". Eu não precisei de tanto. Como filha de um beatlemaníaco, eu já sabia que música era essa, embora, não fosse a favorita de meu pai, uma vez que ela é uma das mais comerciais. Não é querendo me gabar, mas dessa busca eu não precisei de esforços. Tudo que a cena me fez foi só fazer com que eu gostasse ainda mais da banda e apreciar filmes, afinal, eu sou de 1987, de um ano depois do lançamento do filme. Devo ter visto ele milhares de vezes via Sessão da Tarde. Ou seja, fui bem doutrinada, desde a gestação com boa música e bom entretenimento. Só posso agradecer por isso. Quantas crianças hoje, podem dizer o mesmo?

Um dado interessante do livro de Rodrigues é o seguinte: "Twist and Shout" é uma canção escrita por Phil Medley e Bert Russell. E os Beatles não foram os primeiros a gravá-la, para quem não sabe. A primeira gravação da canção foi feita pelos The Topnotes, depois ela foi regravada pelos The Isley Brothers e só mais tarde pelos Beatles, com John Lennon no vocal principal, e lançada pela banda em seu primeiro álbum , o "Please Please Me". O dado interessante é que a gravação dos Isley Brothers foi a que influenciou The Beatles a gravarem ela. Naquela altura eles tinham passado 12 horas gravando, seguidas (quem diz que alguém faz isso hoje  em dia e não se despedace em cansaço depois ou não maqueia a voz via computador?) e obviamente John Lennon já não tinha mais tanta voz para fazê-la. Mesmo assim, de acordo com Norman Smith, o engenheiro de som da banda, John chupou umas pastilhas, gargarejou com um pouco de leite e mandou ver. Por isso a voz rouca do beatle nesta música é totalmente destacável. A gravação foi feito num take só, já que uma segunda tomada foi impossível pois não restava mais nenhuma voz em Lennon. 
Mito ou verdade? Desculpa ou genialidade? Jamais saberemos. Mas que ficou especialmente boa, isso é fato irrefutável.
E viva os filmes com as boas músicas - e as músicas boas abrilhantando as cenas dos filmes!

Me despeço com essa particular cena de "Ferris Bueller's Day Off". Abraços mega afáveis e "Save Ferris"... xD

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Versões Boas, ruins ou melhores? "Rainbow in The Dark"

Fãs do bom e velho Heavy Metal nem precisam de maiores explicações; bastou escrever "Rainbow in the Dark" no título e já sabem de qual música se trata.
Esse mesmo grupo de fãs podem achar que esse post é um completo erro. Afinal de contas o autor da música e intérprete é um destes "mitos" do estilo musical: Ronnie James Dio foi frontman em bandas como Rainbow, Black Sabbath e Dio. Além disso, é considerado, com toda a "justeza" da atribuição, um dos melhores vocalistas de Heavy Metal, com apuradíssimas notas e técnicas vocais e é certamente o maior cantor do estilo que influenciou os músicos da atualidade.
E ainda para quem não se familiarizou com Dio, ele foi o principal cara que popularizou o símbolo do rock, feito com as mãos, em mão chifrada, com o indicador e o mindinho erguidos e os demais abaixados. Símbolo esse que é erroneamente usado em certos show, que é preferível nem comentar.

Dio faleceu em 2010, vítima de um câncer no estômago. Uma significativa perda para o mundo da música.
Mas falemos de seu legado, pois isso é o mais gratificante quando os grande se vão: o que fica de suas artes. 
Rainbow in the dark é uma ex-ce-len-te música, praticamente um hino do metal, presente em um álbum, que é grandiosíssimo, o Holy Diver. E ela já foi "coverizada" por incríveis músicos da atualidade, que apesar de não serem grandiosos como Dio - tem como contar com um dom performático que lhes confere ao menos, muito respeito.

Vamos às informações da original:

Original: Rainbow in the Dark
Composição: Ronnie James Dio, Vivian Campbell, Jimmy Bain e Vinny Appice
Álbum: Holy Diver
Lançamento: 21 de outubro de 1983 (do single com a música)
Estilo: Heavy Metal



As duas versões que conheço tratam-se de vocais e bandas que são do meio, uma de Heavy Metal e outra, vindo de um tributo.
Vamos à elas:

Versão 1: Teräsbetoni
Álbum:nenhum, usado em apresentações de shows e também quando apareceram na Eurovision
Origem: Finlandeses - Jarkko Ahola é o cantor e baixista da banda
Estilo: Heavy Metal, Power Metal (há quem difa também que seja um "cock rock", um subgênero do rock que enfatiza a sexualidade masculina... Será? rsrsrsrs...)


Versão 2: Corey Taylor
Àlbum: Ronnie James Dio: This Is Your Life - Tribute
Lançamento: 2014
Músicos: Corey Taylor, Roy Mayorga, Satchel, Christian Martucci, Jason Christopher
Estilo: Heavy Metal



Pois bem. Sem sombra de dúvida a original pode ser considerada irretocável. Entretanto, músicas assim, quando nas mãos certas, elas podem ser adequadamente boas.
Conheci Teräsbetoni à muito tempo, em meados de 2007-2008. Eram bons tempos em que, no afã de procurar coisas novas na internet, pude explorar mais da música finlandesa, que sempre me supriu quando sentia necessidade de alimentar bem meus ouvidos. Podem não gostar, mas Nightwish me abriu um portão para gostar da música popular finlandesa que eu diria que consiste em 85% de música do metal e subgêneros. A Finlândia (ainda bem) não se limita pra mim apenas à Mika Häkkinen e Kimi Räikkönen. E mesmo quando eu me propus a conhecer as bandas mais morninhas daquele país, eu ainda achei muito válido a experiência. Algumas até vieram a ser uma das minhas favoritas e não tenho a mínima vergonha de dizer isso para alguém que use cinto com balas e espetos.
À respeito de Teräsbetoni, as músicas são todas em finlandês. Um dos clipes (Orjatar) sugere mesmo o que alguns podem chamar de "Cock Rock" pela quantidade de moças loiras e bem maquiadas dançando sensualmente. Fora a letra, que num dos trechos diz:

"Mulher escrava ouça minhas ordens, e saiba seu lugar!
Mulher escrava satisfaça minha vontade,
E receberá uma recompensa: um prazer divino!

Atrás de nós estão batalhas onde sentimos a morte,
Arriscando nossas vidas em tempos de guerra sangrenta.
Um homem disposto à batalha irá obter o que ele merece.
Portanto, atenda à seus pedidos e sirva-o, ou seja punida!"

Uma combinação de frases que infartaria qualquer feminista, mesmo aquela mais tolerante. Mas, "who cares?", ouvindo a primeira vez, e não sabendo lhufas de finlandês você esquece disso no ato. E, logo de cara, adorei a forma como Jarkko canta! Não posso fazer muito se só li essa tradução uns depois de ter ouvido a música umas 5 vezes, rsrsrsrs... 
E dentre várias que selecionei para meu antigo mp4 na época, estava o cover de Rainbow in the Dark - uma boa e bem sucedida versão.

Já a de Corey Taylor eu ouvi esse ano, faz poucos meses. procurei Holy Diver no Youtube, que me levou à Rainbow in the Dark e que teve, como sugestão na barra de vídeos ao lado, o cover de Taylor.
Corey Taylor ganhou meu respeito aos poucos. Antes eu poderia ser pega dizendo que o frontman do Slipknot era um doido mascarado em uma banda de malucos idolatrados por adolescentes. Hoje, felizmente (e com tempo), percebi que ele é mais que isso: um cara com um grande talento, uma das melhores vozes da atualidade e uma pessoa com um senso de espaço e vivência que falta em muita figura pública hoje em dia - que, na minha opinião, se divide em "babacas  que eventualmente se drogam" e "drogados que eventualmente são bobalhões", principalmente no cenário musical de peso mesmo - não essa bobagem que está o cenário musical brasileiro (pelo menos, o que está sendo divulgado pela grande mídia).

E com essa, fico sem escolher a melhor das versões pois as duas são muito boas. 
E que Dio e seus companheiro, sejam muito abençoado por essas músicas!

Deixo vocês com essas maravilhas e desejo excelente fim de semana à todos! Se quiserem dar uma olhada nos outros posts sobre versões, basta clicarem aqui.

Abraços afáveis!

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Tag Cinematográfica: Desafio dos 30 filmes (#9)

Desafio dos 30 filmes: Dia 9 - Um filme do cinema nacional

Não vou ser hipócrita em dizer que, como uma pessoa que gosta de filmes, eu apoio o cinema nacional. Apoio, mas não é normal que eu escolha ver filmes brasileiros. 
Sim, eu gosto muito da adaptação de "O Auto da Compadecida". Assisti Central do Brasil. Cidade de Deus. Tropa de Elite. Tudo filme bom (ainda que meu favorito, seja o primeiro dos citados). Assisti "O Bicho de 7 cabeças" e o recente "O Escaravelho do Diabo" (que por sinal, é uma excelente dica). 
Comédias? Não, nem pensar.
Nenhum dos citados virá para a resposta da tag. Fora dois, adaptados de bons livros, os demais mexem com uma realidade quase televisiva: regionalismos, pobrezas, favelas, violência, drogas. 
Cinema as vezes precisa de poesia, da simplicidade dos sonhos... 
Por isso a minha escolha do dia 9 é um filme brasileiro que tem essas coisas: "Colegas", um filme de 2012.

"Colegas" é uma comédia light que trata de forma poética as coisas simples da vida, através dos olhos de três personagens com síndrome de Down. Eles são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia, inspirados pelo filme "Thelma & Louise", os três amigos resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro em busca de três sonhos: Stalone quer conhecer o mar, Aninha quer se casar e Márcio investe na vontade de um dia voar. Em uma viagem partindo do interior de São Paulo à Buenos Aires, eles se envolvem em aventuras, na tentativa de realizarem seus sonhos, como se tudo não passasse de uma lúdica brincadeira de cinema.

O filme é muito divertido, muito bom em se tratando de roteiro simples, ou a forma como é mostrado a  pureza e a vivência das pessoas com Down o que de alguma forma, reflete o quão mágico o cinema é, mais que uma indústria que visa acima de tudo o lucro, mas também uma máquina de fazer sonhos e vidas se transformarem.
Engraçado que esse tipo de filme nem chega a ser cogitado à ser grandioso em bilheterias, ou mesmo é comentado nos programas de tv aberta, que foquem na "cultura" desse país. Perda de tempo, querer que se dê o devido valor naquilo que de fato, as grandes massas possam extrair algo de útil para as suas vidas. Completa perda de tempo, mesmo, à começar pela qualidade dos programas, a forma como eles tratam artistas, atletas e músicos.


Abraços afáveis!


► Para acompanhar as outras escolhas:  

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Tag Musical: Músicas que você escolheria para (#10)

♫ Música que você escolheria para

♫ Dia 10 - Fazer um trabalho manual ou no computador

Essa tag é boa: não há trabalho mais divertido que não possa ser feito com músicas que você adora. 
E neste caso eu não vou abrir mão de ser um álbum inteiro, porque convenhamos, não há trabalho assim que para ser feito de boa, não demore um pouquinho: desde a montagem do que você precisa, até a limpeza do lugar (em caso de trabalho manual, tipo, uma costura) e em caso de computador, seus livros, suas anotações e cadernos.

E se segurem: a escolha é a óbvia, mas totalmente excelente:




01 - Enter Sandman 
02 - Sad But True (uma das minhas favoritas, das óbvias)
03 - Holier Than You 
04 - The Unforgiven 
05 - Whenever I May Roam (Outra favoritona)
06 - Don't Tread On Me - (Gosto muito, sem ser as óbvias e mais conhecidas)
07 - Through The Never 
08 - Nothing Else Matters  
09 - Of Wolf And Man
10 - The God That Failed 
11 - My Friend Of Misery (Mais uma favorita)
12 - The Struggle Within (Adoro!)

Abraços afáveis e volto logo quando puder! 

♫ Outras escolhas:
Número 1- (Música que escolheria para usar como despertador);
2 - (Música que escolheria para ajudar a dormir);
3 - (Música que você escolheria para ler um livro); 
4 - (Música que você escolheria para um dia de sol);
5 - (Música para ouvir num dia de chuva);
6 - (Música para malhar em casa ou na academia);
7 - (Música para cantar no chuveiro);
8 - (Música para ouvir numa viagem de carro);
9 - (Música para beijar a pessoa amada)

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Aquaman post

Para quem assiste à série The Big Bang Theory vai entender melhor essa postagem. 
A série consiste em quatro nerds, dois deles dividem apartamento. Tudo começa com estes dois que começam a ter uma vizinha da qual um deles - Leonard - se apaixona. Sheldon é o físico/gênio sistemático, e de acréscimo temos os dois amigos que trabalham com estes dois no MIT: Howard - o engenheiro, e Raj - o astrofísico.

Num destes episódios em que os quatro são nerds do jeito bom, eles devem ir à uma festa na loja de quadrinhos, como o grupo da Liga da Justiça. Sheldon escolhe primeiro o Flash, Leonard fica com o Lanterna Verde, Howard de Batman e Raj acaba ficando com Aquaman...
Cliquem aqui para ver parte do episódio, em especial a chegada do Raj com o outfit do Aquaman.

E a frase repetida é essa:


Após a escolha de Jason Momoa para ser o Aquaman no próximo filme da DC, Liga da Justiça... Essa brincadeira ficou mais séria.
Hoje, essa reportagem do Omelete "Jason Momoa toca guitarra vestido de Aquaman em foto do set", a frase do Raj já pode ser trocada, por que sim: A coisa ficou BEM séria!

"Aquaman rocks!"

Com essa, me despeço. Bom fim de semana e já mando costumeiros abraços afáveis à todos!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Tag Musical: Músicas que você escolheria para (#9)

♫ Música que você escolheria para

♫ Dia 9 - Beijar a pessoa amada


Tag mais romântica hoje. Porém quando não se está apaixonado (a), qualquer som parece bom para pergunta. Uma vantagem: assim escolho sem amarras, hehehehehehe...

Minha escolha é uma recente descoberta que, me conhecendo, fosse de surpreender que eu gostasse. Eu tenho relutância à gostar do que a massa normalmente gosta. A massa que tem um leve bom gosto claro. Hoje em dia 10% do que faz sucesso na indústria musical de fato tem algum mérito em ser reconhecido. Ainda bem que Ed Sheeran é um destes.


Comentem a suas escolhas!

Abraços afáveis e excelente quarta-feira!

♫ Outras escolhas:
Número 1- (Música que escolheria para usar como despertador);
2 - (Música que escolheria para ajudar a dormir);
3 - (Música que você escolheria para ler um livro); 
4 - (Música que você escolheria para um dia de sol);
5 - (Música para ouvir num dia de chuva);
6 - (Música para malhar em casa ou na academia);
7 - (Música para cantar no chuveiro);
8 - (Música para ouvir numa viagem de carro

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Tag Cinematográfica: Desafio dos 30 filmes (#8)

Desafio dos 30 filmes: Dia 8 - Um filme com seu ator favorito

Sem tempo para continuar meus desafios, entendi bem porque demorei tanto a voltar a fazê-lo. Não só por falta de tempo, mas porque particularmente essa tag seria bem complicada. Um ator favorito? Sinceramente, eu tenho muitos atores favoritos. E não só os bonitões, diga-se de passagem. Mas convenhamos, há muitos, mas muitos bonitões, mas eu ainda preciso dizer que passei dessa fase de gostar de um filme porque tem um galã que interpreta como um bidê. Sorte a minha que meus bonitões favoritos são de bons a excelentes atores (amém!) e entre eles estão os mais antigos, que comecei a gostar ainda criança: Johnny Depp, Elijah Wood e Robert Downey Jr. 
Só por estes três vocês podem perceber o quão sério eu trato os meus gostos: Johnny eu aprendi a amar com "Edward - Mãos de Tesoura", um filme do Tim Burton que não tem nada de aparato para exaltar sua postura de galã - embora ele fosse na época, muito bonito e desejado. Hoje, ele mesmo é achincalhado a torto e direito por ter dado umas bofetadas (ainda que não fomos testemunhas oculares, podemos ler muitas notinhas de repúdio ao ator) na sua ex e mais recente esposa. Não muda em nada pra mim. Continuo e continuarei a assistir seus filmes. Se formos procurar gente perfeitinha para gostar a gente cai na vala da hipocrisia que - não sei se sabem - está mais lotada que o inferno. Se ele fez ou não fez isso, não é da minha conta. Esse negócio de ter que se revoltar com atitudes bizarras das celebridades é muito complicado. A linha entre o que realmente aconteceu e o que a mídia quer mostrar é muito tênue. Eu sou uma ninguém em querer fazer coro junto à turma que agora o crucifica por ser mais um machista espancador e detonar a carreira dele, ou fazer coro à aquela outra turma que acha que a modelo na verdade não é vítima e sim, a culpada. 
Elijah Wood era um molecote quando assistia aos seus filmes. Ator mirim. E eu uma criança também. Oras... Já dá para somar dois + dois ai. Se eu adolescente o veria de novo, em filmes mais independentes e na trilogia "O Senhor dos Anéis", só poderia ser uma boa coincidência pois, afinal, atores mirins tendem a ter uma vida adulta complicada ou simplesmente sumirem do mapa.
E Robert Downey Jr. eu gosto desde "Chaplin" (e já falei disso aqui) e já achava ele super legal desde "Only You". Ou seja, galerinha que adorou "Guerra Civil", recadão: eu já achava amável Robert Downey Jr. e Marisa Tomei antes deles contracenarem neste filme do Capitão América, ele como icônico Homem de Ferro e ela como tia do Homem Aranha... Menos, please!

Mas a minha lista continua enorme, poxa e muitos deles, eu comecei a ver os seus filmes 10 ou 15 anos para cá. na minha lista tem James McAvoy, Michael Fassbender, Daniel Radcliffe, Tom Hiddleston (ah, Tom!), Daniel Day Lewis, Alan Rickman, Ben Stiller, Hugh Jackman, Sir Ian McKellen, Ralph Fiennes, Russell Crowe, Viggo Mortensen, Martin Freeman, Christoph Waltz, Will Smith e tantos outros que vocês vão se cansar de ler.

Olhando toda a lista que ainda preciso responder, o lance é o seguinte: em nenhuma delas poderei responder sobre o meu filme favorito de um ator que gosto muito ( gosto também, desde criança). Faltou ali na lista falar do Jim Carrey. Então, eis a tag do dia 8, resolvida - pelo menos em partes. Agora o desafio é escolher qual dos filmes com ele, é o meu favorito.

O primeiro filme que assisti com ele foi "O Máscara". Eu passei a imitar o andar dele em casa e é claro que família é família, mas todo mundo ria dizendo ser igual (o que pode ou não ser verdade). 
Depois assisti à "Ace Ventura - Um Detetive Diferente", "Débi & Lóide" que são todos do mesmo ano. Em seguida "Batman Eternamente", "Ace Ventura Um Maluco na África","O Pentelho", "O Mentiroso" e aí ele se aventurou no seu primeiro filme sério "O Show de Truman" e foi bem sucedido: Jim é muito mais do que caretas e contorções. Dali veio: "O Grinch" (adooooooro!! Assisto todo Natal), "Eu, eu mesmo e Irene", "Todo Poderoso", "Desventuras em Série", "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças", "As Aventuras de Dick & Jane", "Número 23", "Sim, Senhor!", "O Golpista do Ano", "Os Pinguins do do Papai" e "Débi & Lóide 2".
De sua lista de filmes, desafortunadamente ainda não assisti (e isso é uma vergonha) "Cine Majestic" (e pretendo pagar essa dívida assim que tiver uma folga), "O Mundo de Andy" (sim, vou tentar encontrar esse filme e assistir logo) e "Kick Ass 2" (porque nem assisti o primeiro...)
Sim, eu concordo. A chance de pelo menos um destes três filmes ser exatamente o melhor filme dele é muito grande. E nisto, eu vou ter que ir nas outras escolhas e correr o risco de "errar" porque ainda não assisti à estes três. 
Baseado no que eu assisti aqui vai: um filme com meu ator favorito 

► "Ace Ventura - Um Maluco na África" (1995)


O primeiro filme nos apresenta um detetive de animais, que procura os bichinhos que foram sequestrados, roubados. Até ai soa um roteiro ruim, mas nem tanto. O detetive é um cara que usa roupas coloridas, tem um cabelo estranho e um inteligência digna de um Sherlock Holmes, só que sarcástico. Pois bem, filme de comédia. Se fosse feito por um cara meia boca, poderia ser um total fracasso.
Já no primeiro filme eu havia decorado pelo menos umas duas frases do personagem, Ace. Entre elas, a minha favorita:



Este primeiro longa é de 1994, o mesmo ano de "O Máscara" e eu já estava imitando o jeito dele de andar - que aparece um pouco como a forma que Ace Ventura também caminha. Ali, a história é um tanto pesada para uma criança - e ainda menina - de 7 anos; idade que eu tinha na época do filme. Mas naquela época eu cantava à plenos pulmões as músicas dos Mamonas Assassinas, que depois dos meus quinze anos, eu percebi o que elas realmente significavam e fiquei um tanto chocada. Mas é certo que isso não fez de mim uma criança problema, porque na realidade eu dava risada, mas eu tinha a plena certeza que eu não entendia patavinas do que estava sendo dito. Me espanta que a galera do politicamente correto hoje queria censurar tanta coisa para não passar uma má influencia para a criançada. De duas uma: ou a minha geração era muito taioba ou essa criançada de hoje é muito evoluída. Acho que é mais a primeira opção, já que uma geração que não sabe fazer pesquisa na biblioteca dificilmente terá a malícia que muitos acham que tem.

Mas voltando ao filme, a ideia de um jogador de futebol americano que vira mulher e policial é bizarra ainda que seja em filme de comédia. A cena final, na qual Ace comprova que Louis Einhorn é na verdade Ray Finkle, o kicker do Miami Dolphins, é uma piada que você não contaria à uma criança de 7-8 anos sem ser preso pelos pais dela.

Mas o ápice da risada veio um ano depois e eu já devia ter quase meus 10 anos quando assisti: "Ace Ventura - Um Maluco na África" é igualmente - se não mais - baixo que o primeiro. 
Depois de se frustrar em salvar um guaxinim, Ace fica recluso em um templo budista. Procurado para uma missão na África afim de salvar duas tribos de uma guerra entre si, com o sumiço do morcego sagrado, ele parte para a região africana e tenta descobrir o paradeiro do animal. O desaparecimento do bicho é considerado uma maldição para as duas tribos cujos o príncipe e a princesa de uma e de outro, estão prometidos em casamento. 
Desde o começo, Ace solta uma cena icônica atrás da outra: ao sair do templo ele usa as escadarias para fazer uma mola de brinquedo descer vários degraus. Ele pára faltando apenas um. No avião, ele faz sons de animais e fala "tem uma coisa presa na asa", frase que eu uso sempre que surge algum problema. Depois que ele chega ao "contratante" do serviço, há a cena do projetor que lembro de ver minha família (e eu, claro!) chorar de rir. Quando ele chega à tribo, há a cena dos cuspes, a cena da descoberta que o animal sumido é um morcego e que na verdade Ace não é muito fã ("Morra ave do mal" e "Criatura alada de satã" são outras frases que eu repito - podem perguntar à quem convive comigo, se duvidam). E claro, entre muitas, a cena em que ele está dentro de um rinoceronte robô como disfarce, falha a saída e ele só sai (sem nenhuma roupa) por um minúsculo buraco na bunda do animal, como se tivesse sendo "parido". Parece nojento, mas é incrível! Qual ator de Hollywood faria isso? Ne-nhum. Comediante? Bem, duvido que alguma faça as cenas tão engraçadas como ele. Mike Meyers fez a própria a paródia de James Bond e sempre foi muito eficaz. Ben Stiller, que gosto muito, não tem boas cenas visuais, são tem mais falas e situações engraçadas de seus filmes. Adam Sandler? PeloamordeDeus. Não sei porque aquele cara ainda existe. Acho que um bom candidato para fazer umas coisas bem loucas assim seria Jack Black, mas eu tenho mais medo do Black do que acho graça nele rsrsrsrs...

E é isso. Ace Ventura é um personagem sem precedentes para mim. Os filmes com o Jim, por mais porcaria que soem, eu vou assistir porque eu sei que esse cara vai arrancar risadas minhas. E não tem nada melhor do que uma comédia boa - e baixa, se for o caso - para aliviar a alma e arrumar umas dores no músculo da barriga.

Enfim, escrevi demais sobre. A tag do dia 8 quase vira um livro. 
Fica agora para vocês comentarem logo abaixo qual é o filme que vocês gostam de um ator favorito.

E fiquem bem. Volto quando puder. 
Abraços afáveis!

► Para acompanhar as outras escolhas 1, 2, 3 , 4 e 5:  

terça-feira, 2 de agosto de 2016

GP alemão em fotos

Quantos pilotos e títulos cabem em um elevador?










Eu fico sem jeito em elevador. Pelo visto não só eu: entraram e ficaram com cara de paisagem...

***


O passado, o presente, e o futuro.
Todos momentos foram, são e serão promissores


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Olhem bem: sorrisões normais


Aqui, Mick parece com medo desse véio tarado


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Ó o cara super legal!


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Clube dos alemães = clube restrito


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Perfis perfilados


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Pausa dramática para essa foto:
Kimi gargalhando (a piada deve ter sido boa)
E olha as ruguinhas aparecendo, minha santa!!!


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Isso tudo aí passou o Massa


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"Me faz um favor? Treinem pits tops"


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É por essas razões que a gente clama por macacões escuros


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Isso que a pessoa chegou em segundo. 
Se tivesse chegado em primeiro acontecia o quê? 


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Eu sei que champanhe. 
Mas esse clique ficou digno de foto de menino catarrento 


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Canguru bêbado?


Moço, tenha calma...


Abraços afáveis!